NO EPISÓDIO ANTERIOR...


Puxa! já faz um tempinho, peço desculpas ao nosso leitor e/ou visitante pela descontinuidade das postagens, não obstante não consigo me esquecer de vocês e a preocupação se agiganta a cada dia por não postar. É que surgiu uma série de trabalhos aqui que não estavam previstos. E ao que parece consegui terminar todos eles. Enfim... é isso aí, vamos continuar!!
-Retomando os estudos da cabeça humana (Tradução do material do Andrew Loomis - Drawing the Head & Hands ) nós paramos na parte onde ele faz considerações sobre o desenho da cabeça em três dimensões (Veja aqui!).
Os planos permitem manter a construção do rosto e da cabeça dentro das linhas de construção ou das divisões da circunferência e planos básicos. Fica mais fácil desenhar de forma tridimensional e em todas as posições inclinadas. A inclinação das bochechas e o retângulo arredondado da frente ocupam seu lugar nas três divisões do rosto. Representando assim a cabeça em blocos, determinamos os ângulos em toda a cabeça. Será nosso primeiro passo para a perspectiva da cabeça.Bom, nessas alturas do campeonato quero crer que você baixou e leu o meterial sobre perspectiva que foi postado aqui anteriormente, ele vai te dar uma base sólida para entender os termos aplicados por Loomis, como "linha do horizonte", "ponto de fuga", etc.
O domínio da perspectiva estabelece a diferença entre o aficcionado por desenho e o profissional. Todo objeto desenhado deve ter seu horizonte, implícito se não representado em realidade. Abaixo vemos os planos da cabeça vistos por cima e por embaixo do nível do olho. Se a cabeça fosse tão grande como um edifício, a perspectiva iria afetá-la da mesma maneira que faz a este.
Ademais, o César postou um comentário muuito positivo. Ele disse que a demora das postagens dava tempo pra ele estudar. Fico feliz César que esteja praticando o que é proposto aqui, o teu comentário é muito pertinente. E esperamos que os outros desenhistas que estão nos acompanhando estejam fazendo o mesmo.

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